Biblioteca multicliente da TGS é de mais 64.000 km² de cobertura sísmica 3D na região apontada como a principal nova fronteira de exploração e produção de petróleo do Brasil

A TGS encerrou, no dia 26 de março, a segunda fase da campanha de aquisição sísmica 3D multicliente nas Bacias do Pará-Maranhão e Foz do Amazonas, na Margem Equatorial brasileira.

Foram adquiridos cerca de 11.643,5 km² de dados 3D, em complemento aos 19.343 km² adquiridos na primeira fase da campanha. Considerando campanhas anteriores, a biblioteca multicliente da TGS é de mais 64.000 km² de cobertura sísmica 3D na Margem Equatorial, região apontada como a principal nova fronteira de exploração e produção de petróleo do Brasil e uma das mais promissoras do mundo.

“Foi uma campanha muito bem-sucedida, que irá apoiar as decisões exploratórias na região. Estamos muito satisfeitos com os resultados obtidos”, comemora João Correa, country manager da TGS no Brasil. “Temos ainda espaço para mais uma fase da campanha, considerando que a licença concedida pelo Ibama vai até 23/11/26 podendo ser estendida por mais um ano”, acrescenta.

A primeira fase da pesquisa sísmica da TGS na Margem Equatorial foi iniciada em agosto de 2024, e a segunda, em maio de 2025. Toda a aquisição foi realizada pelos navios Ramform Titan e Ramform Atlas, da frota da própria TGS.

Outro navio de pesquisa da TGS, o Ramform Tethys, foi utilizado entre setembro e dezembro do ano passado no projeto de aquisição de dados da Viridien na Bacia de Barreirinhas.

Com o encerramento da campanha na Margem Equatorial, os navios Ramform Titan e Ramform Tethys se deslocaram para a Bacia de Pelotas, no Sul do Brasil, para realizar as pesquisas em Pelotas Norte e Pelotas Sul, respectivamente, em andamento desde dezembro do ano passado.

“Com as campanhas na Margem Equatorial e na Bacia de Pelotas, temos hoje a mais completa e rica biblioteca de conhecimentos geológicos sobre as novas fronteiras brasileiras, cruciais para garantir a segurança energética, repor reservas e sustentar a produção nacional”, afirma João Correa.

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